Dicas Bodysurf

Exemplos de manobras em fotos

Pontos que podem contribuir para melhorar a performance do atleta durante a competição

1. Preparo físico

O preparo físico é essencial para que o atleta possa desenvolver sua técnica de forma ideal durante a competição. O desgaste físico impede que o atleta seja regular do início ao fim, levando-o a perder importantes ondas e prejudicando manobras.
Por tanto não há fórmula milagrosa. Para ser competitivo, a técnica deve ser aliada ao preparo físico e vice e versa.

 

2. Técnica

A técnica sem dúvida é um dos itens mais discutidos, porém nem sempre o que o atleta acha que executou dentro d’agua, foi visto ou interpretado pelos juízes da mesma forma. Rolos que não são rolos, parafusos na espuma, entre outros, são sempre
os vilões da discórdia entre atletas e juízes.
Muitos atletas não olham para onda ao dropá-la, o que o induz ao erro. Manobras na hora errada, parafusos exaustivos na espuma que não contabilizam ponto algum, são erros que podem ser corrigidos simplesmente fazendo uma boa “leitura” da onda.

Este ponto é importantíssimo ao entrar na onda o competidor deve sempre olhar para o caminho a ser percorrido durante o drop (olhar para a rabeta da onda), na maioria das vezes o competidor olha para a areia, gerando um peso maior para frente, diminuindo assim sua velocidade e podendo até fazer com que a onda quebre em cima do mesmo.  Olhando para a rabeta (Caminho a ser percorrido) o competidor saberá a hora exata de executar a manobra e até quantas manobras poderão ser executadas no espaço a ser percorrido.

 

3. Tática

Vemos muitos atletas dispersos durante a competição, sem prestar muita atenção as baterias que rolam. Ver as outras baterias, que não a sua, pode revelar pontos fortes e fracos de adversários futuros. Pode por exemplo revelar se na bateria em que o atleta competirá, qual o nível de esforço físico e técnica terá que usar para conseguir seu objetivo. Se em uma bateria os adversários são mais fracos, talvez seja hora de poupar energia e fazer o simples para passar a frente, em quanto em outra o atleta terá que se doar completamente para bater seus adversários.

 

4. Escolha das ondas

A escolha das ondas é um dos itens mais importantes, mas também imprevisível, pois uma onda que as vezes parece aberta em questão de segundos se fecha. De qualquer forma o ideal é esquecer a imprevisibilidade da natureza e fazermos nossa parte, escolhendo bem as ondas que vamos dropar. Dropar uma onda grande e fechada, com certeza será um desgaste de energia inútil, pois uma menor que abra somará muito mais pontos se o atleta aproveitá-la, desenvolvendo sua técnica.

 

5. Auto conhecimento

Conhecer seus pontos fortes e fracos e trabalhá-los também é um diferencial.
O atleta tem que ter bem claro em sua mente que ele não está lutando contra a arbitragem, está lutando contra seus adversários e antes disso muito mais contra seus próprios limites.
É normal do ser humano tentar encontrar explicações que encubram suas limitações, porém não é justo. Por exemplo, colocar a culpa na arbitragem por não ter passado para bateria seguinte, na maioria das vezes não faz sentido.
O juiz está presente apenas para pontuar o desenvolvimento dos atletas durante a competição, sendo imparcial e honesto em suas conclusões.
Muitos nunca sequer se assistiram em vídeo. Isso é muito importante para que o atleta possa visualizar seus erros e acertos e possa evoluir estilo e manobras.

 

Rick Souza e Marcos Vitório (Elvis)

Diretores da ACSP

QUATRO BONS MOTIVOS PARA USÁ-LOS.

1. AUMENTAR A FLEXIBILIDADE NOS TORNOZELOS

Novos nadadores ou com pouca experiência, frequentemente tem grandes dificuldades ao bater pernas, não saindo do lugar!
De fato, muitas vezes “andam para trás”!
Uma das razões é que seus tornozelos agem como “ganchos”, agarrando a água e tracionando para a direção errada!!
Bons nadadores conseguem “hiper-estender” seus tornozelos de forma que o peito do pé se torna uma extensão da perna.
Neste caso os pés de pato cobrem uma superfície maior; nadar ou bater pernas com pés de pato força os tornozelos a se hiper-estender durante a fase de força… Resultando maior “propulsão”!!
O uso repetido de pés de patos hiper-estende os tornozelos, aumentando a flexibilidade desta articulação, alongando a musculatura desta região e ajudando a batida de pernas, com mais eficiência e maior propulsão.

2. AUMENTAR O NÍVEL DE CONDICIONAMENTO

Incluindo-se a maior porcentagem de músculos do corpo possível,
tendo como consequência maiores benefícios cardiorrespiratório,
fazendo com que nadadores que ativam a larga massa muscular das pernas possam se beneficiar de um treino mais exigente, queimando calorias e aumentando o nível de condicionamento geral.
O aumento de carga adicional nas pernas significa que você “recruta” um maior número de fibras musculares, sendo assim…
O sistema cardiorrespiratório realizará um esforço muito mais intenso, com grandes benefícios de condicionamento geral.

3. DESENVOLVER POTÊNCIA NAS PERNAS

Baseando-se no princípio da sobrecarga, a resistência da água contra a “lâmina” do pé de pato causa um maior stress nos músculos das coxas e pernas, sendo assim o corpo se adapta a este stress aumentando a potência da musculatura exigida!…
…E músculos mais fortes ajudam você a nadar mais rápido e mais eficientemente!
Porém, o potencial muscular para natação precisa ser “específico”!
Bons corredores ou ciclistas podem ter uma musculatura da perna muito forte, mas os músculos que eles desenvolveram são para correr e pedalar, não para natação.
Pés de pato desenvolvem potência (força x velocidade) nas coxas e pernas, especificamente para natação!
A prevenção de lesões nos esportes terrestres, de uma forma que poucas outras atividades podem desenvolver, também será desenvolvida.

4. APERFEIÇOAR A POSIÇÃO DO CORPO

Pés de pato dão propulsão extra, o que aumenta a velocidade do nadador na água. Bons nadadores “planam” sobre a água enquanto nadadores menos experientes tendem a arrastar suas pernas e a nadar numa posição “vertical” e lenta.
Uma vez que você almeja nadar melhor e/ou mais rápido sem os pés de pato, o único jeito é transferir a sensação de rapidez e de estar nadando com pés de pato, quando estiver nadando sem eles.
Você deve usar o fenômeno conhecido como “padrão neuromuscular”.
Os músculos e “terminações nervosas” (nervos) podem seguramente “lembrarem-se” da sensação do “nadar rápido com pé de pato” para duplicar esse padrão quando você não os usar.
Quanto mais esse padrão for repetido mais fácil será para duplicá-lo.
Como resultado: sua técnica na natação melhora.

Prof. Ed. Física Cláudio Xavier
Diretor Técnico ACSP

Pés de Pato

 

Dicas Sobre vento e ondulação

Em que praia ir dependendo do vento

Rio de Janeiro

Vento Sudoeste

Posto 5

 fica de terral, mas a ondulação de sul não entra tão grande.
Canto direito de São Conrado

 É protegido pela Pedra da Gávea, mas o fundo não suporta uma tamanho acima de 2,5 metros.
Canto do Recreio

É terral, mas a ondulação entra melhor um pouco mais para o meio da praia verificando com o vento o ponto ideal, em geral é bem crowd.
Canto direito da Prainha e do Grumari

O sudoeste fica de "ladal" e pode ter condições (se o vento vira pra sul, piora).
Leblon

Onda clássica
De leste

Arpoador

Macumba

“Secret” Guaratiba

Leme

Ficam terral

Que só funciona com ondulação de sul bem grande

Quando quebra com 1m e talvez seja onda mais gringa do Rio.
Em breve teremos informação de como as praias estarão conforme o vento

    Por Rodrigo Bruno

Associação Carioca de Surf de Peito

Esporte, Liberdade,  Energia,  Natureza e Saúde